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Libertarias

Em 18 de julho de 1936 o exército espanhol se rebela contra o Governo da República. Seis mulheres de origens e classes sociais diferentes se organizam em um grupo de anarquistas para lutar, de igual para igual com os homens, contra as tropas nacionais. Uma freira que descobre a solidariedade fora da fé, prostitutas, operárias, etc., unidas para defender seus ideais políticos e, ao mesmo tempo, fazer entender a seus companheiros as mudanças ideológicas e sociais pelas quais elas também almejam conquistar.


Elenco

Ariadna Gil (Maria)
Ana Belén (Pilar)
Victoria Abril (Floren)
Loles León (Charo)
Laura Mañá (Concha)
Blaca Apiláñez (Aura)
Miguel Bosé (Padre, secretário de Durruti)
Jorge Sanz (Trabalhador filho)
José Sancho (Trabalhador pai)
Joan Crosas (Boina)
Antonio Dechent (Faneca)
Greg Charles (Reporter estrangeiro)
Claudia Gravi (Dona do bordel)
Francisco Maestre (Bispo)


Vicente Aranda

Nasceu em Barcelona em 1926. Emigrou para a Venezuela em 1952 e regressou à Espanha em 1964, onde estabeleceu sua própria produtora.

Existe um site (não oficial), onde poderão ser encontrados dados biográficos juntamente com sua extensa filmografia: http://usuarios.lycos.es/vicentearanda/


Ficha Técnica

Título em Português: Liberdade
Título Original: Libertarias
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 125 minutos
Idioma: Espanhol
Legendas: Português
Realização: Espanha/Itália/Bélgica
Ano de Lançamento: 1996
Direção: Vicente Aranda
Roteiro: Antonio Rabinad, Vicente Aranda, Jose Luis Garner
Produção: Sogetel / Lola Films
Fotografia: José Luis Alcaina
Cenografia: Josep Rosell
Música: José Nieto
Edição: Teresa Font





Sinopse:

1936, inicio da Guerra Civil espanhola, Maria (Ariadna Gil), uma jovem freira vê-se forçada a abandonar o convento onde vive, em Barcelona, após a chegada das forças revolucionárias anarquistas. Acaba se refugiando em um bordel, onde as mulheres estão sendo recrutadas para a organização "Mulheres Livres", sob o comando de Pilar (Ana Belén). Uma médium aleijada chamada Floren (Victoria Abril) une-se a elas e juntamente com todo o pelotão se dirigem a Zaragoza, cidade onde se situa um sangrento campo de batalha.

Libertarias, o mais espetacular e épico filme espanhol de todos os tempos, é um projeto cuja realização vinha sendo planificada durante quase 20 anos. Focando sua narrativa em um grupo de mulheres que lutou no conflito civil espanhol, Aranda agrega um extraordinário elenco feminino que valoriza cada um de seus fascinantes personagens. Ana Belén interpreta Pilar como uma pura guerreira feminista, apaixonada e feroz; Loles León é Charo, a prostituta do coração de ouro; Ariadne Gil é Maria, a santa inocente, Miguel Bosé é o ex-padre, abalado moralmente. E por último, a inigualável Victoria Abril, que se apropria do filme como a psíquica que prevê o futuro.

Aranda recria com um realismo muito próprio, não somente os detalhes físicos do conflito _ as cenas em Zaragoza mostram recriações bélicas maravilhosas_ mas também os ideais políticos derrotados.
Um clímax dolorido coroa esta ambiciosa produção, onde Vicente Aranda consegue um verdadeiro canto épico sobre a guerra e o papel que a mulher pode, e deveria desempenhar, em tal evento. Há momentos nesta obra em que o próprio David Lean ficaria orgulhoso.
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